terça-feira, 26 de março de 2013

A VISAO PSICOLOGICA DA GANANCIA

BOA TARDE POVO DA TERRA QUE NAO ESTÁ ASSISTINDO O "SUPER POP" ATE PORQUE AINDA SAO 2 HORAS DA TARDE!!!!

o tema em destaque agora é a ganancia, sim, meus caros esse sentimentozinho podre que se ocupa das veias sedentas de pessoas que querem cada vez mais e mais do dinheiro e do que ele pode oferecer.
posso dizer que a inspiraçao para falar de ganancia foi da minha tia a geralda isso mesmo esse é o nome da putrefada. uma velha muito ganaciosa, mas nao se preocupem nao estou ofendendo minha tia na verdade a geralda nao é minha tia de verdae eu so chamo ela assim.
É o ser mais ganacioso que eu conheço dentre os 1 seres gananciosos que eu conheço. ela é do tipo de sedenta por dinheiro trabalha em 2 lugares mesmo sendo velha e reumática e nao se comovam pensando que é pra dar boa vida pros filhos na verdade é pra cair na gandáia com os seus 2 namorados
mas em fim... alem disso nesses dias estava revirando o baú dos vidios caseiros e encontrei isso:
                                        
 realmente alem da ganancia explicita, vem com ela alguma trantornos a mais mas ainda nao é a ocasião bom segundo a psicanálise:

A psicanálise explica

Mas todos nós somos gananciosos, diz uma jornalista americana especializada em psicologia empresarial. Segundo Diane L. Coutu, uma das editoras principais da mais prestigiosa revista de negócios do mundo, a Harvard Business Review, em artigo publicado em fevereiro de 2003, na própria revista, "eu também já fui gananciosa. As pessoas sempre foram gananciosas. O problema surge quando a ânsia pelo dinheiro infecciona toda uma sociedade". Ela conta que, quando em março de 2000, o índice Nasdaq tinha passado de 5 mil pontos, ao ver isso no noticiário da noite na televisão, ela imediatamente se sentiu "pobre", apesar de estar suficientemente próspera para mais do que preencher todas as suas necessidades materiais e garantir a velhice. Passou a mão no telefone e ligou para seu corretor, mandando- o comprar o mais que pudesse em ações de empresas de tecnologia de ponta. Ela não queria "ficar fora da festa".
No entanto, tempos depois o Nasdaq tinha caído para em torno de mil pontos e o público americano estava ultrajado com os executivos de Wall Street que tinham vendido ainda na alta, logo antes da queda abrupta das ações do índice. Só um deles gastou um milhão de dólares na festa de aniversário da mulher numa paradisíaca ilha italiana, sem falar no escândalo da Enron.
Reprodução
Coutu acha que o ultraje pode ter lá as suas justificativas, mas chama a atenção para o fato de que "ganância" é uma atitude que só atribuímos aos outros. E para o fato de que, quando o Nasdaq estava a 5 mil pontos, esses mesmos executivos, inclusive os da Enron, eram saudados como "heróis" da economia de ponta por esse mesmo grande público que agora os apontava como "gananciosos". A verdade é que, com a atuação desses "heróis" das finanças, dezenas de milhares de pessoas que agora os acusavam de "ganância" haviam também ganhado, ainda que temporariamente, se não milhões, ao menos uns poucos milhares de dólares, ou mesmo algumas centenas, embora depois tenham perdido tudo – quando só então reclamaram.
A autora destaca que a ganância é uma característica eminentemente individual, mas que as ciências psíquicas pouco se dedicaram a estudála. A prova é que, após intensa pesquisa em Boston, cidade que é um dos maiores centros psicoterápicos dos Estados Unidos, encontrou apenas um livro sobre psicanálise da ganância. Acha que o pouco interesse da psicoterapia pela ganância se deve a que esse sentimento é visto como negativo, e por isso os psicoterapeutas hesitariam em assinalá-lo no comportamento de seus pacientes, que se ofenderiam com essa avaliação de suas pessoas.
Mas Coutu aprofundou suas pesquisas e descobriu que a ganância foi mais extensamente discutida por três grandes nomes das ciências psíquicas, todos psicanalistas: o próprio Sigmund Freud, fundador dessa corrente; sua bem conhecida seguidora Melanie Klein e o menos famoso psicanalista austríaco Heinz Kohut, mais atuante depois dos anos 1950. Diz a jornalista da Harvard Business Review:
"Freud argumentava que a ganância era natural, que o ser humano nascia ganancioso. Para ele, o inconsciente era um caldeirão de desejos e impulsos assassinos – o sexo e a agressão – que tinham de ser socializados. Nesse processo de socialização, as pessoas progrediam pelos estágios ‘psicossexuais’ oral, anal e fálico, e a ganância podia ser expressada em cada um deles". O ganancioso que se fixou na fase oral, por exemplo, pode ser o executivo obcecado em "engolir" outras companhias. Já o ganancioso que se fixou na fase anal, ou tende a acumular cada vez mais dinheiro, sem porém gastá-lo, como o bebê que se compraz em reter suas fezes, ou tende a gastar dinheiro para acumular bens em escala descomunal, "gastando adoidado", como se diz. Finalmente, o ganancioso que atingiu a fase fálica, ou genital, é do tipo daqueles que lutam obstinadamente para se tornar "o homem mais rico do mundo", ou "um dos homens mais ricos do mundo".

Aqui não deve haver confusões. Freud, diz Coutu, via aspectos positivos no dinheiro, que para ele pode ser uma medida do nosso status e até de nossa liberdade. Mas ele escreveu em 1908: "Na realidade, sempre que modos arcaicos de pensamento predominam ou persistem – nas civilizações antigas, nos mitos, nos contos de fadas e superstições, no pensamento inconsciente, nos sonhos e nas neuroses – o dinheiro aparece no relacionamento mais íntimo com a sujeira". Cabe lembrar que, para Freud, a sujeira é um símbolo das fezes, as quais, segundo observou, exercem uma intensa fascinação nas crianças, que persiste em alguns adultos.
Pode-se dizer que, para Freud, o princípio primordial que rege as ações das pessoas é o princípio do prazer – e não só os bebês sentem prazer tanto em reter as fezes quanto em defecar. Para sua seguidora Melanie Klein, no entanto, mais importante do que o prazer e o relacionamento do indivíduo com um ou mais objetos externos relacionados com outras pessoas – inicialmente, com o seio da mãe, visto como uma "coisa boa", já que é fonte de alimentação e da vida. A criança, no entanto, internaliza o seio da mãe como "perfeito", mas na prática descobre que ele não é perfeito – nem sempre está disponível, por exemplo.

fonte: http://www.dcomercio.com.br/especiais/outros/digesto/digesto_12/05.htm

OBRIGADO PELA VISITA GALERA DA TERRA ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DO POST E CUIDADO COM A GANACIA EXCESSIVA.
E NAO ESQUEÇAM DE CORPO SÃO E MENTE SÃ PRINCIPALMENTE
ATE MAIS FIQUEM DE OLHO EM: PSICOLOGIAEMUITOMAIS.BLOGSPOT.COM.BR






2 comentários:

  1. Gostei! Excelente comentário sobre a ganância.

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  2. Gostei! Excelente comentário sobre a ganância.

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